Ministério da Agricultura lança Plano Agro Mais para reduzir burocracia no setor


Ministério da Agricultura lança Plano Agro Mais para reduzir burocracia no setorMinistério da Agricultura lança Plano Agro Mais para reduzir burocracia no setor

 

O Brasil precisa ser mais competitivo para aumentar sua inserção no mercado internacional do agronegócio, destacou o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), ao lançar o Plano Agro +, durante cerimônia com o presidente em exercício, Michel Temer, nesta quarta-feira (24), no Palácio do Planalto, que contou com a presença da presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, senadora Ana Amélia (PP-RS). Ao elogiar as 69 medidas voltadas à redução da burocracia e à busca de maior eficiência na gestão pública, Temer disse que pedirá aos demais ministros que sigam o exemplo do Ministério da Agricultura e também adotem providências para simplificar os serviços. O plano foi apresentado pelo secretário-executivo do Mapa, Eumar Novacki, a uma plateia formada por autoridades, parlamentares e representantes do setor produtivo.

Blairo Maggi disse que a desburocratização e a maior eficiência trarão benefícios para o agronegócio brasileiro. “Vamos ser mais ágeis no comércio de nossos produtos agropecuários”, enfatizou. Segundo ele, atualmente o Brasil só está presente em 42% do mercado agrícola global. “Ainda temos uma parcela de 58% para crescer. Por isso, temos que nos modernizar e nos abrir para o mundo.” Para tanto, observou o ministro, o governo deve sempre olhar os seus processos de gestão para simplificá-los. “É esse o enfrentamento que estamos fazendo, com objetivo de tirar o dinheiro da mão da ineficiência e colocá-lo à disposição da eficiência, o que resultará em mais empregos e renda para o país.” 

Após o lançamento do Agro Mais, a senadora Ana Amélia participou de uma reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária, presidida pelo deputado Marcos Montes, para renovar ao presidente da República a necessidade de uma regularização fundiária.

— Em muitos assentamentos, agricultores assentados esperam há mais de 20 anos pelo título de propriedade. Essa insegurança é prejudicial a quem mais precisa de segurança! — Destacou a parlamentar.


Por: Agência Senado e Assessoria de Imprensa - 25/08/2016