“Governo não pode ameaçar cortar direitos trabalhistas para pressionar Congresso a aprovar CPMF”, diz senadora


“Governo não pode ameaçar cortar direitos trabalhistas para pressionar Congresso a aprovar CPFM”, diz senadora
“Governo não pode ameaçar cortar direitos trabalhistas para pressionar Congresso a aprovar CPFM”, diz senadora

 

Ao comentar declaração do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que sem CPMF há risco em relação ao futuro do seguro-desemprego e do abono salarial, a senadora Ana Amélia disse que o governo não pode ameaçar cortar direitos trabalhistas para pressionar o Congresso a aprovar a recriação do imposto. A declaração do ministro ocorreu em audiência na Câmara dos Deputados, na quarta-feira (14).

— Os trabalhadores que recebem o abono salarial ou o seguro-desemprego não podem pagar pela gastança descontrolada do governo, que resultou no desajuste das contas públicas. No Senado, votarei contra qualquer aumento de imposto — disse.

Desde que foi sugerida a volta da CPMF a senadora tem manifestado sua posição contra o retorno do tributo e contra a criação de qualquer imposto. Na opinião da senadora gaúcha, essa medida penalizará a economia, os empregos e os consumidores, que pagarão a conta do improviso, da gastança e da incompetência administrativa do governo.

 

“Governo não pode ameaçar cortar direitos trabalhistas para pressionar Congresso a aprovar CPFM”, diz senadora

 


Por: Agência Senado e Assessoria de Imprensa - 15/10/2015